Numa vila na Finlândia, chamada Foglo, composta por 90% de água e gelo, em 2010, alguns mergulhadores finlandeses e suecos, acharam os restos do navio que ali havia afundado (que ninguém sabe ainda de onde veio e para onde ia) e nesses restos a cerveja mais antiga do mundo!
Já fora do mar, uma das garrafas se quebrou e a galera teve a chance de provar o líquido e identificar que se tratava de uma cerveja. Outras garrafas foram abertas para que tudo fosse bem analisado e por estar na escuridão do fundo do mar e sob uma forte pressão, a conservação foi até boa, pensando em 170 anos. Na época era costume reservar cerveja em barris e já que estas estavam engarrafadas, supõe-se que seja algo especial.
Tão especial que alguns cientistas do Centro de Pesquisas Técnicas junto com a cervejaria finlandesa Stallhagen e parceria com a Universidade de Leuven, na Bélgica, onde são realizados respeitados estudos sobre cerveja, resolveram ressuscitar e cerveja. Usando microorganismos retirados das garrafas encontradas, renasceu a Stallhagen Historic Beer 1842!
Já fora do mar, uma das garrafas se quebrou e a galera teve a chance de provar o líquido e identificar que se tratava de uma cerveja. Outras garrafas foram abertas para que tudo fosse bem analisado e por estar na escuridão do fundo do mar e sob uma forte pressão, a conservação foi até boa, pensando em 170 anos. Na época era costume reservar cerveja em barris e já que estas estavam engarrafadas, supõe-se que seja algo especial.
A Cerveja mais antiga do mundo
As pesquisas feitas, indicaram que a cerveja possuía traçõs de cravo, rosas e amêndoas, com aromas e sabores mais ácidos e frutados. O mestre cervejeiro, Mats Ekholm, a compara com uma cerveja belga de fermentação selvagem, que se dá quando não há intervenção direta do produtor e sim os microorganismos responsáveis pela fermentação agindo livremente.
Foram produzidas 2 mil garrafas que estão sendo vendidas a 113 euros, nos cruzeiros da companhia Viking Lines. A 1ª será leiloada via facebook e o valor arrecadado será destinado a novas pesquisas arqueológicas marinhas. Muito nobre!





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